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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

214° PARTE

Eram momentos que parecem estar em minha mente só em câmera lenta, feito filme de romance. Eu gritando quando ele conseguia fisgar um peixe, eu fazia um escândalo, mas ele perdia o peixe,mas nós não desanimávamos,ficamos lá até ele pegar um, não foi o maior peixe do mundo, mas o que realmente importava era aquele momento que nós passamos juntos. Depois nós voltamos pra casa,abraçados e sorrindo,eram coisas tão simples e tão bobas, mas eram coisas que nos deixavam mais junto ao outro, não importava o que nós fazíamos,o que realmente importava,era que nós estivéssemos fazendo juntos.
Chegamos a casa, ele foi preparar o peixe, e eu fui ver o que tinha em casa que nós pudéssemos usar pra fazer o almoço, mas fomos perceber que não tinha praticamente nada. Tomamos a decisão que nós precisaríamos ir á cidade comprar as coisas, mesmo arriscando nossa privacidade, nós tínhamos que comer. Então ele foi tomar banho primeiro, porque como você sabe, eu sempre tinha que arrumar a roupa que ele iria usar. Depois fiquei esperando ele sair do banho pra eu poder ir. Ele sai do banho e eu vou tomar o meu. Enquanto eu tomo banho ele se troca,quando saio ,me troco rápido, e ele vai lá fora ver se o carro que nós tínhamos lá na fazenda estava bom pra andar. É lógico que estava bom, porque mesmo sendo o carro que ficava na nossa fazenda, era um carro que se eu trabalhasse a minha vida inteira, eu não conseguiria pagar uma parcela dele. Eu fecho toda a casa, pego o dinheiro da compra, porque nós tínhamos que comprar muita coisa, nós iríamos ficar muito tempo na fazenda, e não queríamos sair tanto de lá. Eu fecho o portãozinho que tem em volta da casa, e ele já esta com o carro na estrada que leva pra fora de lá, eu entro no carro, ponho o cinto e nós fomos pra cidade.

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